[Diários do Tradutor] Minha estação de trabalho

Uma das coisas mais interessantes no esquema de trabalho home-office é a possibilidade de configurar meu local de trabalho da maneira que considero mais produtiva. E, com o passar dos anos, um esquema que funcionou bem é esse que está aí na foto abaixo.

Que tal conhecer um pouco mais do lugar onde eu trabalho?

O esquema de trabalho varia muito de um tradutor para outro, e cada um tem suas próprias preferências. Estas aqui são as minhas 🙂

1.) Notebook – O centro de processamento

Tudo começou quando eu estava precisando de um computador dedicado para a edição de textos (e também para sair um pouco de casa e começar a trabalhar em lugares diferentes, como cafeterias… mas isso é assunto para outro post). Nada de muito especial: um notebook com tela de 14 polegadas, processador i3 e uns 4Gb de memória. Já devo ter traduzido pelo menos uns 30 livros nele desde que comprei a máquina, em 2013.

Na configuração da estação de trabalho, o notebook acaba assumindo o papel de tela secundária. Embora todo o processamento e tradução sejam feitos nesta máquina, eu deixo a tela dele (que é mais compacta) para fazer pesquisas, abrir e responder e-mails e outras tarefas do tipo. A maior parte das atividades de tradução acontece no…

2.) Monitor principal – Onde a tradução acontece

notebook é conectado a um monitor de 23 polegadas que serve de palco para praticamente toda a minha produção de textos. Uma das vantagens de usar um monitor widescreen é poder colocar duas janelas lado a lado na tela, e trabalhar com ambas ao mesmo tempo. Na foto está a disposição que uso quando traduzo literatura: o arquivo original em .PDF na janela da esquerda e o MS-Word à direita. Nas ocasiões em que trabalho com textos mais técnicos e uso alguma CAT Tool, a ferramenta ocupa a tela inteira.

Outra razão para usar esse monitor como tela principal é a ergonomia. Coloquei a tela em uma prateleira que fica um pouco acima do nível da mesa de trabalho, de modo a deixà-la na altura dos olhos. E assim dá para trabalhar por mais tempo sem dor no pescoço.

3.) Porta-documentos – um acessório old-school

No começo da minha carreira de tradutor, e praticamente até meados de 2014, até que era comum eu receber o livro impresso como material original (ou também algumas resmas de folhas sulfite com o texto impresso ou fotocopiado nelas). Antigamente eu trabalhava com os documentos diretamente sobre a mesa, até que a “síndrome do pescoço torto de tradutor” começou a incomodar. Certo dia, passando por uma livraria, encontrei esse porta-documentos, que serve para deixar livros ou folhas de papel numa orientação mais confortável para o trabalho.

Hoje em dia o acessório está aposentado, já que todos os originais estão chegando em formato digital. Mas resolvi tirá-lo da aposentadoria para dar o ar da graça aqui nos Diários do Tradutor.

4.) O combustível

Café. Às vezes, chá. Mas geralmente, café.

 

Claro que só dá para usar toda essa parafernália dentro do home-office. Quando saio para trabalhar em algum outro lugar (ah, cafeterias com wi-fi… ♥) ou durante viagens, vai só o notebook mesmo, e o resto da tralha fica em casa.

E a sua estação de trabalho, como é?

2 Comments:

  1. Inspirador ver outros home offices! Que tal falar também de suas cafeterias preferidas e como você trabalha nelas?

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